Aqui fica um exemplo de um frequentador de ginásios que não faz ideia do que está lá a fazer.
Por isso, caros colegas de profissão, não deixem os vossos "atletas" realizar estas figuras.
O seu primeiro EP Recognize (1995) esgotou em apenas nove dias e tornou-se uma peça de colecção. O álbum Trigger (1995), primeiro trabalho de originais, produzido por Ronnie S. Champagne, um produtor de Los Angeles que tinha trabalhado com bandas como Jane´s Addiction, Alice in Chains, Remy Zero e Deconstruction. O disco teve o condão de agitar o panorama musical português de uma forma que poucos poderiam prever: foi dos primeiros discos de Rock de uma banda portuguesa a atingir o galardão de disco de ouro. O ano de 1996 revelaria uns novos Blind Zero: Flexogravity (EP), um disco com muito de experimental e de fusão, partilhado com a banda de Hip-Hop Mind da Gap; Rock, Hip-Hop, Industrial, Trip-Hop, Cabaret. Esta junção, surpreendente e inovadora para muitos, foi reconhecida como o EP do ano.
Era altura para um formato mais acústico. Transradio, um dos primeiros Enhanced CD (CD Extra) europeus, traz-nos o lado mais introspectivo dos Blind Zero, conjuntamente com muito material interactivo. Gravado ao vivo na Antena 3, transporta-nos para o lado de dentro das canções, mutuando-as de encontro à sensibilidade de quem as criou e recriou. Meses mais tarde, foram convidados para participarem no SCYPE ("Song Contest for Youth Programs in Europe"), festival que reúne bandas de todo o continente europeu. Gravando propositadamente um novo original (My House), ganharam o concurso.
Em 1999, os Blind Zero passam grande do tempo a escrever novas canções para o seu terceiro trabalho de longa duração. Em 2000, resolvem entrar em estúdio para gravar One Silent Accident. Neste disco, trabalharam com o produtor nova-iorquino Don Fleming (Sonic Youth, Hole, Posies, Screaming Trees, Teenage Fan Club, Gumball, Alice Cooper...). One Silent Accident contém a subtileza e encantamento de Another One e Lately, a contemporaneidade de Daily Matters, a corrente lenta e espessa de "Seeds", a emoção forte de Then You Wait, a urbanidade psicadélica de Lowstreetsidewalksequence e a raiva incontida de Hell Around.
Para falar de Yôga precisamos antes de falar um pouco do seu criador, Shiva. De acordo com a história existiu fisicamente, há mais de 5 mil anos, um homem que, segundo consta, deixou brotar de forma instintiva as técnicas que esta prática oferece para o desenvolvimento do indivíduo.
As técnicas que compõe esta prática são mudrás (gestos energéticos feitos com as mãos), pújá (retribuição de energia), mantras (vocalização de sons), pránáyámas (técnicas respiratórias), kriyás (atividades de limpeza do corpo), ásanas (técnicas orgânicas e físicas), yôganidrá (técnica de descontração) e, por último, samyama (técnica de concentração e meditação).
Bom, a ióga nada mais é do que práticas que foram sendo criadas usando algumas das técnicas que compõe a prática completa do Yôga. Tanto que quando você pesquisar por Yôga encontra lugares que aplicam apenas meditação, outros que se aprofundam só na prática de ásanas ou pránáyámas, outras tantas que vendem ióga pra idosos, crianças, etc.
A pílula é um dos medicamentos mais estudados e prescritos em todo o mundo, estimando-se que cerca de 100 milhões de mulheres tomam-na diariamente. Como com qualquer medicamento, existem, naturalmente, alguns riscos de saúde relacionados, mas os efeitos secundários graves são extremamente raros. Por exemplo, é mais comum ocorrerem coágulos de sangue numa mulher grávida do que numa mulher que toma a pílula. Embora a pílula (ou uma determinada marca) não seja a ideal para todas as mulheres, por norma, é extremamente eficaz e ainda tem alguns benefícios de saúde.
Independentemente do período de tempo durante o qual uma mulher toma a pílula contraceptiva, não existe qualquer ligação entre o medicamente e a infertilidade. A fertilidade surge quase imediatamente após a cessação da toma da pílula.
Apesar da relação entre a pílula e o cancro ainda estar a ser alvo de profunda investigação, já existem algumas possíveis conclusões acerca desta questão. Estudos efectuados dizem que a pílula contribui para a diminuição de risco de alguns tipos de cancro, nomeadamente o cancro dos ovários e o endométrio (50%) e, na maior parte dos casos, esta protecção mantém-se mesmo quando a toma da pílula é cessada. Por outro lado, a toma da pílula pode estar associada ao aumento de risco de cancro da mama, mas esta é uma questão ambígua: as mulheres que não têm filhos ou que os têm tarde, têm um maior risco de sofrer de cancro da mama e, por este motivo, é difícil determinar se a hipótese de contrair a doença está relacionada com a pílula ou com a maternidade tardia. O efeito da pílula contraceptiva no risco de cancro cervical ainda é desconhecido.
Seether é uma banda de post-grunge originária da África do Sul. Atualmente, têm contrato com a Wind-up Records. Originalmente chamado Saron Gas e com a gravadora Musketeer Records na África do Sul. ERm 2002 mudaram o nome , coincidindo com a estreia do seu primeiro álbum, Disclaimer.
Se és um atleta federado e tens, por isso, preocupação relativamente às substâncias que compõem os suplementos que precisas de tomar, convém-te saber quais são as substâncias proibidas pela Autoridade Antidopagem de Portugal. Na sua lista actualizada no início de 2012, a AADP classifica e enumera essas substâncias.
Estão proibidos inibidores da aromatase – como a aminoglutetimida, anastrozole, androsta-1,4,6-triene,-3,17-diona, 4-androstene, exemestano, formestano, letrozole, testolactona –, bem como moduladores selectivos dos receptores dos estrogénios, modificadores funcionais da miostatina, ciclofenil, clomifeno, fulvestrante e moduladores metabólicos.