sexta-feira, 28 de junho de 2013

Lazer - Novo exercicio no gym.


Aqui fica um exemplo de um frequentador de ginásios que não faz ideia do que está lá a fazer.
Por isso, caros colegas de profissão, não deixem os vossos "atletas" realizar estas figuras.


Musculação - Treino Pré-Exaustão

Treino de Pré-Exaustão
Objetivo: hipertrofia muscular.
Praticante: intermediário e avançado.
Número de semanas recomendado: aproximadamente quatro semanas.

No método pré-exaustão, o objetivo é atingir os músculos escolhidos utilizando dois exercícios, sendo o primeiro monoarticular (trabalha apenas uma articulação e aumenta o estímulo da musculatura trabalhada), e o segundo multiarticular (divide o trabalho entre várias articulações e estimula vários grupos musculares, reduzindo o trabalho sobre um músculo específico).

Realiza-se primeiro o exercício monoarticular e as suas séries na totalidade. Após o seu término, inicia-se o exercício multiarticular enfatizando bem a musculatura desejada.

Este método é interessante para o praticante que procura treinar um determinado músculo (peitoral, por exemplo). Mas, com um exercício multiarticular (supino), pode-se fadigar o músculo (tríceps braquial) da articulação secundária (cotovelo), resultando assim numa intensidade menor para o músculo alvo.

Essencialmente, este método é uma forma avançada de manipular os níveis de intensidade de um treino, de forma a que possa ampliar a sua intensidade e atingir um nível maior de estimulo muscular. Essa é uma maneira de estimular o seu treino para obter um crescimento contínuo.
ECM

Música da Semana - Blind Zero

Os Blind Zero são uma banda de rock portuguesa formada em 1994 no Porto, liderada por Miguel Guedes.
O seu primeiro EP Recognize (1995) esgotou em apenas nove dias e tornou-se uma peça de colecção. O álbum Trigger (1995), primeiro trabalho de originais, produzido por Ronnie S. Champagne, um produtor de Los Angeles que tinha trabalhado com bandas como Jane´s Addiction, Alice in Chains, Remy Zero e Deconstruction. O disco teve o condão de agitar o panorama musical português de uma forma que poucos poderiam prever: foi dos primeiros discos de Rock de uma banda portuguesa a atingir o galardão de disco de ouro. O ano de 1996 revelaria uns novos Blind Zero: Flexogravity (EP), um disco com muito de experimental e de fusão, partilhado com a banda de Hip-Hop Mind da Gap; Rock, Hip-Hop, Industrial, Trip-Hop, Cabaret. Esta junção, surpreendente e inovadora para muitos, foi reconhecida como o EP do ano.
Era altura para um formato mais acústico. Transradio, um dos primeiros Enhanced CD (CD Extra) europeus, traz-nos o lado mais introspectivo dos Blind Zero, conjuntamente com muito material interactivo. Gravado ao vivo na Antena 3, transporta-nos para o lado de dentro das canções, mutuando-as de encontro à sensibilidade de quem as criou e recriou. Meses mais tarde, foram convidados para participarem no SCYPE ("Song Contest for Youth Programs in Europe"), festival que reúne bandas de todo o continente europeu. Gravando propositadamente um novo original (My House), ganharam o concurso.
Dois anos após a edição do seu primeiro álbum, os Blind Zero começam as sessões que resultariam em Redcoast (1997). Redcoast é mais do que Rock; é uma mistura de ambientes, sons e emoções. Este novo disco foi produzido por Michael Vail Blum (produtor norte americano que já havia deixado a sua marca em bandas e artistas como os Suicidal Tendencies, Madonna, Roxy Music, 3T, Tura Satana, Goo Goo Dolls, Jewel). "Redcoast" foi masterizado nos estúdios da Sony Music/New York por Mark Wilder, recentemente galardoado com um Grammy Award.
Em 1998 gravaram com Mário Caldato o tema The Wire para o projecto Tejo Beat (98), disco que reuniu algumas das mais relevantes bandas do meio musical português num único e irrepetível trabalho de originais. Vencem o Scype (concurso realizado pelas várias rádios europeias) com o tema "My House".

Em 1999, os Blind Zero passam grande do tempo a escrever novas canções para o seu terceiro trabalho de longa duração. Em 2000, resolvem entrar em estúdio para gravar One Silent Accident. Neste disco, trabalharam com o produtor nova-iorquino Don Fleming (Sonic Youth, Hole, Posies, Screaming Trees, Teenage Fan Club, Gumball, Alice Cooper...). One Silent Accident contém a subtileza e encantamento de Another One e Lately, a contemporaneidade de Daily Matters, a corrente lenta e espessa de "Seeds", a emoção forte de Then You Wait, a urbanidade psicadélica de Lowstreetsidewalksequence e a raiva incontida de Hell Around.
"Kill Drama" é o mais recente trabalho dos Blind Zero e chegou dia 29 de Abril, às lojas.


(I See Desire 2013)

(Recognize 1995 - para os amantes da banda de longa data...)

Filme da Semana - Homem de Aço (Man of Steel)

Da Warner Bros. Pictures e Legendary Pictures chega-nos “Homem de Aço”, com Henry Cavil no papel de Clark Kent/Super-Homem, com a realização de Zack Snyder. 

Um jovem rapaz descobre que tem poderes extraordinários e que não é deste planeta. Enquanto jovem adulto, ele viaja para descobrir de onde veio e para saber porque foi enviado. O herói dentro dele tem de emergir se quiser salvar o Mundo da aniquilação e tornar-se num símbolo de esperança para toda a Humanidade. O filme conta também com a participação de Amy Adams como a jornalista do Daily Planet, Lois Lane e Laurence Fishburne como o seu editor Perry White. Os pais adotivos de Clark Kent, Martha e Jonathan Kent, são Diane Lane e Kevin Costner. Contra o super-herói estão dois outros sobreviventes Kryptonianos, o vilão General Zod, interpretado por Michael Shannon, e Faora, a parceira maléfica de Zod, interpretada por Antje Traue. Também de Krypton estão Lara Lor-Van, a mãe biológica do Super-Homem e Jor-El, o pai biológico, interpretado por Russell Crowe. A completar o elenco está ainda Christopher Meloni como o Coronel Hardy, Harry Lennix como o General Swanwick, Michael Kelly como Steve Lombard e Richard Schiff como Dr. Emil Hamilton.
O filme conta com a nota de 7,9 no imdb e com a possibilidade de ser visto em 3D (versão IMAX).



quarta-feira, 26 de junho de 2013

Fitness - Yoga vs Ioga

Muitos acreditam ser apenas uma forma diferente de se pronunciar o nome desta filosofia, mas que no fundo a prática promove a mesma coisa, independentemente da grafia. No entanto, é um pouco mais que isso.
O que muitos conhecem como Yôga aqui no ocidente, infelizmente, é bem diferente do que a filosofia ancestral, que provém da Índia e que tem as suas raízes fundamentadas no Tantra e Sámkhya, filosofias comportamentais e teóricas respetivamente.

Para falar de Yôga precisamos antes de falar um pouco do seu criador, Shiva. De acordo com a história existiu fisicamente, há mais de 5 mil anos, um homem que, segundo consta, deixou brotar de forma instintiva as técnicas que esta prática oferece para o desenvolvimento do indivíduo.
Entretanto o mesmo Shiva (e não se pode afirmar que este tenha sido o seu nome verdadeiro, mas foi o nome dado a sua personificação) ao longo dos milênios foi representado pela mitologia hindu de várias formas.
Ele aparece de duas maneiras muito importantes para a sua história, que são como o Rei dos Bailarinos (Natarája) e como Shankar, o Shiva no seu estado de meditação.
Com estas representações mitológicas estudiosos resgataram os conceitos no qual o Yôga Pré-Clássico foi fundamentado e como foi formada a sua prática.
Aqueles que estudaram a fundo as origens deste yôga tão antigo chegaram a registros de técnicas que eram praticadas e que produziam no indivíduo uma consciência expandida, dando a este estado o nome de samádhi (algumas linhas de yôga também o chamam de nirvana, entretanto nirvana é um termo budista, e o yôga é fundamentado pelo hinduísmo, o que demonstra aí uma heresia no termo).
Logo, a prática do Yôga tem como objetivo o samádhi, ou seja, um estado de hiperconsciência, também chamado de auto-conhecimento.

E como se atinge este objetivo?

Através de uma filosofia estritamente prática, composta por 8 feixes de técnicas que vão, além de conduzir o praticante a meta, proporcionar maior bem estar, um aumento de vitalidade, de energia, de disposição.
As técnicas que compõe esta prática são mudrás (gestos energéticos feitos com as mãos), pújá (retribuição de energia), mantras (vocalização de sons), pránáyámas (técnicas respiratórias), kriyás (atividades de limpeza do corpo), ásanas (técnicas orgânicas e físicas), yôganidrá (técnica de descontração) e, por último, samyama (técnica de concentração e meditação).
Depois de uma hora a praticar, nesta ordem, cada uma destas técnicas, o praticante certamente perceberá que algo se tornou diferente na sua maneira de sentir o seu corpo, e a busca por uma consciência expandida começa por você conhecer-se a sí próprio em primeiro lugar.

Mas afinal onde está a diferença entre o que é o Yôga e o que é a ióga?

Primeiro os gêneros das palavras são diferentes, Yôga é uma palavra masculina. Todos na Índia pronunciam assim com o “o” fechado. Se lido em sânscrito pela escrita dêvanágarí o acento está descrito também na escrita, logo falar ioga é na verdade um erro, dado por conta da ocidentalização do termo.
Uma vez que a palavra foi transliterada para o português e com isso ganhou ao invés do acento circunflexo que é o que o caracteriza com a pronúncia correta, um acento agudo, promovendo uma grande confusão.

Bom, a ióga nada mais é do que práticas que foram sendo criadas usando algumas das técnicas que compõe a prática completa do Yôga. Tanto que quando você pesquisar por Yôga encontra lugares que aplicam apenas meditação, outros que se aprofundam só na prática de ásanas ou pránáyámas, outras tantas que vendem ióga pra idosos, crianças, etc.
Quem realmente se interessa pelo assunto e procura conhecer a fundo o que é a prática e a filosofia, logo vê que se trata de uma prática de força e energia. Dificilmente pessoas que não tenham um bom reforço biológico conseguem acompanhar as técnicas físicas.
O Yôga não visa resolver as mazelas humanas e curar coisa alguma, diferente de algumas correntes de ióga, que vendem a prática como a solução dos problemas das pessoas.
O Yôga é um estilo de vida, uma filosofia que promove algo que cada indivíduo já possui, só não tem conhecimento. E preciso experimentar e sentir para se ter consciência do que realmente é.

Lazer - Ronaldo em caricatura

Aqui fica a prova, o homem é mesmo artista na vida real e nas caricaturas. Muito bom...


Nutrição - Refeições antes a após treinar

Antes do Treino

As refeições pré-treino devem conter hidratos de carbono para o fornecimento de energia e para que o rendimento não seja prejudicado, afetando a performance; proteínas de rápida absorção e fácil digestão para que não atrapalhe o esvaziamento gástrico, dificultando o transporte sanguíneo ao músculo trabalhado durante o treino. Por falar no esvaziamento, lipídos e fibras ficam descartadas nas etapas pré e pós-treino. Relembrando que estes são imprescindíveis, contudo, nos horários longe das atividades.

Após o Treino

Os hidratos de carbono ainda levam ênfase nos primeiro 40 minutos do pós-treino, pois precisa ser equilibrada a glicemia, reabastecer o glicogênio perdido e normalizar também o sistema  imunológico. Tratando-se de custo/benefício, os hidratos de carbono são mais vantajosos e adequados para esta reposição, por isso a proteína passa a ter ênfase depois dos hidratos de carbono (ou simultaneamente), para que está faça o seu principal papel, que é a reconstrução muscular através da síntese proteica. Os hidratos de carbono podem ser ingeridos juntamente com a proteína pós-treino para melhor utilização da insulina e da “janela de oportunidade”. O que não deve é ingerir unicamente proteína, pois esta terá o seu papel prejudicado, tendo que ser convertido em energia, pela ausência dos hidratos de carbono.

ECM

sábado, 22 de junho de 2013

Saúde - Mitos acerca da Pílula Contracetiva

Um dos medicamentos mais conhecidos e receitados em todo o mundo, a pílula contracetiva, faz parte do dia-a-dia de mais 100 milhões de mulheres. No entanto, desde o seu lançamento em 1960, a pílula tem estado envolvida em dúvidas, incertezas e mitos.

1. As pílulas são todas iguais? 


Existe uma enorme variedade de pílulas contraceptivas no mercado e nem todas são iguais. As mais comuns são as que contêm estrogénio e progestina, no entanto, existe outro tipo que apenas contém progestina. As diferentes marcas dos contraceptivos orais podem conter doses diferentes destas hormonas ou então libertar doses diferentes em alturas distintas na toma de cada caixa. Quando tomada de forma correcta, a pílula tem uma acção anticoncepcional excelente (cerca de 99.7% de fiabilidade) mas, como existem diferenças, estas podem manifestar-se nos benefícios e nos efeitos secundários, dependendo da marca.

2. Mulheres com mais de 35 anos não podem tomar a pílula?

Mulheres saudáveis que não fumam podem, na maior parte dos casos, tomar a pílula até chegarem à menopausa. Para além das várias doenças associadas à dependência do tabaco, as fumadoras têm maior probabilidade de desenvolver problemas de saúde associados à toma da pílula contraceptiva. Por isso mesmo, é desaconselhada a sua toma em mulheres fumadoras com mais de 35 anos.

3. A pílula é um medicamento seguro?

A pílula é um dos medicamentos mais estudados e prescritos em todo o mundo, estimando-se que cerca de 100 milhões de mulheres tomam-na diariamente. Como com qualquer medicamento, existem, naturalmente, alguns riscos de saúde relacionados, mas os efeitos secundários graves são extremamente raros. Por exemplo, é mais comum ocorrerem coágulos de sangue numa mulher grávida do que numa mulher que toma a pílula. Embora a pílula (ou uma determinada marca) não seja a ideal para todas as mulheres, por norma, é extremamente eficaz e ainda tem alguns benefícios de saúde.

4. As mulheres que tomam a pílula durante longos períodos devem fazer uma pausa de vez em quando?

Hoje em dia não faz qualquer sentido uma mulher fazer uma pausa de um mês ou mais por ano na toma da pílula, até porque isso seria ir contra o objectivo principal da mesma. Fazer a chamada “pausa da pílula” pode aumentar a hipótese de uma gravidez não desejada, mas também pode implicar voltar a sentir os efeitos secundários que normalmente afectam as mulheres nos primeiros meses da toma, sensibilidade nos seios, dores de cabeça, náuseas, hemorragias, quando retomar a velha rotina.

5. A pílula causa infertilidade?

Independentemente do período de tempo durante o qual uma mulher toma a pílula contraceptiva, não existe qualquer ligação entre o medicamente e a infertilidade. A fertilidade surge quase imediatamente após a cessação da toma da pílula.

6. A pílula protege contra doenças sexualmente transmissíveis?

A pílula não oferece qualquer protecção contra a contracção de VIH/SIDA ou qualquer outra doença sexualmente transmissível (DST). Nestes casos, a única forma de prevenir é utilizar sempre um preservativo, independentemente da toma da pílula ou não.

7. A pílula faz engordar?

Este é um dos mitos mais comuns em torno da pílula contracetiva. Estudos científicos já provaram que não existe nenhuma ligação entre a pílula e o aumento de peso. Porém, o estrogénio presente neste medicamento pode contribuir para que muitas mulheres se sintam “inchadas”, no entanto, este é um sintoma que acaba por desaparecer com o tempo. Como muitas mulheres iniciam a toma da pílula ainda muito novas, esta acaba por coincidir com as fases de desenvolvimento do corpo feminino, onde as flutuações de peso são comuns.

8. A pílula causa cancro?

Apesar da relação entre a pílula e o cancro ainda estar a ser alvo de profunda investigação, já existem algumas possíveis conclusões acerca desta questão. Estudos efectuados dizem que a pílula contribui para a diminuição de risco de alguns tipos de cancro, nomeadamente o cancro dos ovários e o endométrio (50%) e, na maior parte dos casos, esta protecção mantém-se mesmo quando a toma da pílula é cessada. Por outro lado, a toma da pílula pode estar associada ao aumento de risco de cancro da mama, mas esta é uma questão ambígua: as mulheres que não têm filhos ou que os têm tarde, têm um maior risco de sofrer de cancro da mama e, por este motivo, é difícil determinar se a hipótese de contrair a doença está relacionada com a pílula ou com a maternidade tardia. O efeito da pílula contraceptiva no risco de cancro cervical ainda é desconhecido.

Música da Semana - Seether "Tonight"

Seether é uma banda de post-grunge originária da África do Sul. Atualmente, têm contrato com a Wind-up Records. Originalmente chamado Saron Gas e com a gravadora Musketeer Records na África do Sul. ERm 2002 mudaram o nome , coincidindo com a estreia do seu primeiro álbum, Disclaimer.
Para muitos, eram uma banda totalmente desconhecida até gravarem o single "Broken" com Amy Lee dos Evanescence.
Assim sendo, aqui ficam as músicas "Broken", com a Amy Lee, e "Tonight", dos Seether.

Broken (Seether feat Amy Lee)

Tonight (Seether)

Nutrição - Substâncias proibidas em Alta Competição

Se és um atleta federado e tens, por isso, preocupação relativamente às substâncias que compõem os suplementos que precisas de tomar, convém-te saber quais são as substâncias proibidas pela Autoridade Antidopagem de Portugal. Na sua lista actualizada no início de 2012, a AADP classifica e enumera essas substâncias.

Agentes anabolisantes proibidos

O documento do Instituto do Desporto de Portugal refere um conjunto de esteróides androgénicos anabolisantes exógenos: androstenediol, androstenediona, bolandiol, bolasterona, boldenona, boldiona, calusterona, clostebol, danazol, dehidroclormetiltestosterona, desoximetiltestosterona, drostanolona,
etilestrenol, fluoximesterona, formebolona, furazabol, gestrinona, hidroxitestosterona, mestenolona e mesterolona.

Fazem também parte desta lista a metandienona, metandriol, metasterona, metenolona, metildienolona, metil-1-testosterona, metilnostestosterona, metiltrienolona, metiltestosterona, metribolona, mibolerona, nandrolona, norandrostenediona, norboletona, norclostebol, noretandrolona, oxabolona, oxandrolona, oximesterona, oximetolona, prostanozol, quinbolona, stanozolol, stenbolona, 1-testosterona, tetrahidrogestrinona e trenbolona.

Na categoria dos esteróides androgénicos endógenos incluem-se o androstenediol, androstenediona, dihidrotestosterona, prasterona, testosterona e os metabolitos e isómeros associados. Outros agentes anabolisantes proibidos são o clembuterol, os moduladores selectivos dos receptores dos androgénios (SARMs), a tibolona, o zeranol e o zilpaterol.

Também na lista de substâncias proibidas contam-se os agentes estimulantes da eritropoiese (como a eritropoietina, darbopoietina, estabilizadores de factores indutores de hipóxia, metoxi polietileno glicol-epoiteina beta e peginesatida), gonadotrofina coriónica, hormona luteinizante, insulinas, corticotrofinas, hormona do crescimento, factores de crescimento fibrobiásticos, factores de crescimento hepatocitários, factores de crescimento insulina-like, factores de crescimento mecânicos, plaquetários e vasculo-endoteliais.

Para além disso, todos os Beta-2 agonistas são proibidos, à excepção do salbutamol (máximo de 1600 microgramas num período de 24 horas), formoterol (máximo de 36 microgramas no mesmo período) e do salmeterol.

Moduladores hormonais e metabólicos proibidos

Estão proibidos inibidores da aromatase – como a aminoglutetimida, anastrozole, androsta-1,4,6-triene,-3,17-diona, 4-androstene, exemestano, formestano, letrozole, testolactona –, bem como moduladores selectivos dos receptores dos estrogénios, modificadores funcionais da miostatina, ciclofenil, clomifeno, fulvestrante e moduladores metabólicos.

Diuréticos e outros agentes mascarantes proibidos

No que toca aos mascarantes, incluem-se a desmopressina, diuréticos, expansores de plasma (como glicerolm albumina dextran, hidroxietilamido e manitol) e probenecide.

Quanto aos diuréticos estão incluídos a acetazolamida, ácido etacrínico, amiloride, bumetanida, canrenona, clortalidona, espironolactona, furosemida, indapamida, metolazona, tiazidas e triamtereno.